Tendências do varejo

O poder de decisão se inverteu e agora é o consumidor quem detém a palavra final na hora da compra. Pela primeira vez os varejistas e a indústria já não ditam mais as regras da revolução do consumo. Isso implica na necessidade de repensar constantemente a dinâmica do canal, sua relação com os consumidores e o novo papel do vendedor na era em que precisamos pensar na ativação digital.

A jornada de consumo que estávamos habituados deu lugar a diversas outras que já são chamadas de “Micromomentos” em uma tese lançada pelo Google. Isso porque, ela é formada por uma série de pequenas oportunidades de conversão ao longo do dia, de acordo com a presença e com a conveniência que é oferecida para cada perfil de pessoa. Dessa forma, destacam-se três pilares que precisam ser trabalhados simultaneamente:

  • be there (esteja presente na vida do seu cliente)
  • be useful (ajude o seu cliente no dia a dia)
  • be quick (seja conveniente)

Para o consumidor, que possui seus “pequenos momentos” sentado na frente do computador durante o trabalho, no transporte durante o percurso para casa e também na rua em seus momentos de lazer, a ativação precisa ser, de forma automática, integrada e sinérgica. Seja no site, seja na loja, ou na rede social, é preciso que haja individualização, comunicação e experimentação para que aconteça uma real conexão e, consequente, relacionamento.

Por exemplo, o atendimento nas plataformas digitais é mais restrito, mas é ágil em tirar dúvidas. Quando transpomos ao mundo real, é inadmissível que o consumidor saiba mais do que o vendedor sobre o produto ou serviço que está buscando. Para o e-commerce muito já se pensa no uso dos chatbots. E por que não aplicá-los também ao PDV?

O formato da oferta também é algo que precisa ser pensado nesse contexto. Muitas vezes o consumidor pesquisa na internet, mas ainda tem dúvida sobre a compra por não ter a possibilidade de degustar o produto antes de finalizar a transação. Nesse momento, é preciso não perder esse potencial comprador para a concorrência!  A maneira de se diferenciar é entregar em um espaço físico mais do que produtos e serviços, mas uma experiência relevante e prazerosa de compra.

Mas, para que isso seja viável, é preciso pensar muito além da tecnologia. Isso envolve conscientização, integração e inteligência. O consumidor já fez a escolha dele e ela inclui a tecnologia. Se seu negócio também não fizer escolhas assertivas os resultados poderão ser não como o esperado.

Quero treinamento para minha equipe de vendas


Escrito por Ixchel Ángeles
Me encontre: LinkedIn

ASSINE NOSSO BLOG

* *
*
*
*
*
Lead Source
*Campos Obrigatórios
Enter the Captcha
Reload
Ao enviar este formulário você concorda com a política de seguran